Senac leva jogos de alunos à BGS 2026 e destaca aprendizado com o público
Descritivo: Em entrevista ao WebFeiras, Giovanna Saggiomo, coordenadora do bacharelado em Jogos Digitais do Senac, explica a seleção dos projetos e a importância do feedback dos visitantes.
Durante a cobertura da Brasil Game Show 2026, o WebFeiras conversou com Giovanna Saggiomo, coordenadora do bacharelado em Jogos Digitais do Senac, sobre a participação dos estudantes na feira e o aprendizado que acontece quando os projetos saem da sala de aula e chegam às mãos do público.
Com jogos desenvolvidos por alunos do bacharelado, do tecnólogo e de cursos técnicos, o estande da instituição abriu espaço para experimentar criações dos estudantes e aproximar os futuros profissionais de quem joga.
Para Giovanna, a experiência vai além de apresentar um trabalho: permite aos alunos falar sobre suas criações, acompanhar as reações dos visitantes e receber avaliações diferentes daquelas feitas pelos professores.
Como os jogos são escolhidos para a BGS
A participação começa antes da chegada ao pavilhão. Segundo a coordenadora, o Senac realiza um processo de seleção que considera os jogos produzidos pelos alunos no ano anterior.
Ao longo dessa preparação, uma pergunta aparece entre os estudantes: o que um jogo precisa ter para ser apresentado na BGS?
Giovanna explica que a orientação leva em conta a experiência do visitante. Em uma feira com tantas atrações, os projetos precisam oferecer partidas envolventes e uma dinâmica adequada a quem deseja conhecer diferentes novidades.
“É um gameplay mais curto, é um gameplay mais dinâmico”, explica.
A proposta é criar uma experiência divertida e capaz de despertar o interesse do público durante a passagem pelo estande.
O olhar de quem joga complementa a avaliação dos professores
Um dos pontos mais valorizados por Giovanna é a oportunidade de os estudantes receberem feedback diretamente dos visitantes.
Enquanto os professores acompanham os projetos com um olhar voltado também aos critérios de desenvolvimento e às melhorias necessárias, o público traz a percepção de quem está experimentando o jogo como jogador.
“Os visitantes têm uma visão de fato de quem joga”, destaca a coordenadora.
Esse contato ajuda os alunos a entender como suas escolhas são recebidas e o que o público pensa sobre a experiência oferecida. Para Giovanna, observar os estudantes expondo os jogos e conversando sobre eles é uma das partes mais satisfatórias da participação na feira.
Ansiedade, diversão e vontade de voltar
A apresentação dos projetos também vem acompanhada de expectativa. Segundo Giovanna, os alunos ficam ansiosos, mas esse sentimento faz parte da experiência de mostrar suas criações ao público.
Entre as demonstrações e as conversas no estande, a coordenadora destaca a satisfação de estar na BGS e a vontade de manter essa participação nas próximas edições, levando cada vez mais jogos desenvolvidos pelos estudantes.
Assista à entrevista completa com Giovanna Saggiomo na cobertura do WebFeiras sobre a BGS 2026.



